quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Terceira Etapa

Agora tudo é com muita surpresa!
    Em cada aula, todos os dias, um novo desafio será proposto.


Todos deverão ler uma revista em quadrinhos. Essa Revista conta a história do processo de Colonização brasileira e surgimento da cidade de Feira de Santana. 

O link para baixar a revista está aqui: Baixe Aqui

domingo, 26 de outubro de 2014

SEGUNDA ETAPA

Pontuação da etapa 83 PONTOS


TAREFA 1 - 20 PONTOS
TAREFA 2 - 20 PONTOS
TAREFA 3 - 20 PONTOS
QUALITATIVO - 23 PONTOS

#TAREFA 1

Utilize os recursos abaixo e faça outras pesquisas  para o estudo sobre o TRATADO DE TORDESILHAS, AS ENTRADAS E BANDEIRAS E O PAPEL DOS INDÍGENAS, AS CAPITANIAS HEREDITÁRIAS.
Cada grupo deve estudar por esses e outros matérias, incluindo o livro didático no capítulo 11. Individualmente será realizada uma sabatina com os temas.
Cada integrante do grupo irá responder oralmente uma pergunta. Cada pergunta vale 4 pontos e, como será uma para cada integrante, serão 5 perguntas para cada grupo.  Total de 20 pontos

VÍDEO


TEXTO

Duros de matar
Na Bahia, a resistência dos tapuias fez o governo convocar bandeirantes paulistas para uma guerra contra os indígenas.
Erivaldo Fagundes Neves: Erivaldo Fagundes Neves é professor da Universidade Estadual de Feira de Santana e autor do livro Estrutura fundiária e dinâmica mercantil: Alto sertão da Bahia, séculos XVIII e XIX (Salvador: EdUFBA, 2005).


Mais de um século depois do início da colonização, a presença portuguesa na Bahia continuava restrita a uma faixa ao longo do litoral, com alguns avanços de no máximo 60 quilômetros para o interior. A secura das caatingas dificultava a ocupação dos sertões e forçava as expedições que por elas se aventurassem a margear os rios. Isso quando a resistência dos povos indígenas, identificados como tapuias, não impedia a marcha.

Com o tempo, além de atrapalhar os avanços pelo interior, os índios passaram a atacar povoações e fazendas no Recôncavo e no litoral sul. Na segunda metade do século XVII, os colonizadores lançaram-se em expedições de guerra contra os tapuias. As ofensivas desdobraram-se em várias frentes: do Orobó (1657-1659), de Aporá (1669-1673) e do São Francisco (1674-1679). Diante da forte resistência indígena, Francisco Barreto de Menezes, governador-geral do Brasil (1657-1663), recorreu aos paulistas, que afinal já eram experientes no combate aos índios. Contratados em uma expedição sob comando do capitão-mor Domingos Barbosa Calheiros, eles também fracassaram. Menezes determinou, então, uma ofensiva geral contra os indígenas: que se queimassem suas aldeias, degolassem os homens e escravizassem as mulheres e as crianças.

Os bandeirantes contratados para combater os índios palmilharam as margens do Paraguaçu e Jequiriçá, nas quais estabeleceram engenhos e fazendas, em sesmarias que lhes foram doadas como pagamento pelas matanças. O sertanista João Maciel Parente, por exemplo, recebeu uma sesmaria com seis léguas de extensão e a posse da vila de João Amaro, no atual município de Iaçu. Outros buscavam apenas encontrar minérios. Fixavam-se temporariamente, plantando roças para abastecer a tropa, e seguiam pelos “matos” (caatingas) sem deixar pistas.

As descobertas de ouro nos sertões da Bahia, no início do século XVIII, aceleraram o seu povoamento. O último bandeirante baiano, Joaquim Quaresma Delgado, percorreu, entre 1731 e 1734, caminhos que ligavam fazendas e minas nos sertões de Inhambupe, Itapicuru, de Contas, Pardo, Jequitinhonha, do São Francisco — desde as nascentes do Verde Grande à foz do Paramirim — e do Paraguaçu, em quase toda a sua extensão.

Curioso é que, nos compêndios iniciais de História do Brasil, as “bandeiras” sejam definidas como empreendimentos de bravos aventureiros paulistas. E as “entradas”, como expedições que partiam da Bahia ou de outras capitanias. A diferença é que, a estas, não se atribui a mesma bravura. Talvez porque a contratação de paulistas como matadores de índios na Bahia tenha sido fartamente exaltada por cronistas da época e dos séculos seguintes. 

IMAGEM 1

IMAGEM 2


IMAGEM 3


IMAGEM 4



#TAREFA 2

Agora é a hora de aprender se divertindo. Jogos com conteúdos de memorização. Pois é isto que se destina esta tarefa. O conteúdo do jogo é sobre Expansão Marítima.

 Estude Jogando  link para o site do jogo.

Para ter acesso ao site é preciso fazer um cadastro. O grupo deverá fazer seu cadastro no site e jogar na parte de Ciências Humanas - História - Expansão Marítima. Quanto maior a pontuação no jogo, maior será a pontuação na tarefa. Ao fim da SEGUNDA ETAPA haverá a contagem da pontuação em que o grupo deverá apurar sua pontuação junto ao professor. É preciso, somente, um cadastro por equipe. Não haverá soma de pontuação de diversos cadastros numa mesma equipe. Só será aceito um cadastro por equipe. 
  1. O grupo que for o primeiro colocado terá a pontuação total - 20 PONTOS. 
  2. O segundo colocado terá 17 PONTOS. 
  3. O terceiro colocado 14 PONTOS, 
  4. o quarto 11 PONTOS, 
  5. o quinto 10 PONTOS...
  6. 9 PONTOS
  7. 8 PONTOS
  8. 7 PONTOS
  9. 6 PONTOS
  10. 5 PONTOS
  11. 4 PONTOS
  12. O DÉCIMO SEGUNDO em diante terá 2 PONTOS



O conteúdo do jogo é sobre Expansão Marítima.Para que vocês entendam o jogo é preciso revisar os conteúdos trabalhados na segunda e terceira unidade e que estão livro. Para mais, há uma parte no site em que há a revisão para que vocês entendam o jogo. Mesmo assim eu disponibilizo dois vídeos para que complementem seus saberes.

VÍDEO 1 - PARÓDIA

Letra:
Navegar e terras encontrar, fazer colonização e ouro e prata achar e buscar a direção, porque nas Índias quero estar, mediterrâneo não da pra passar, África eu vou contornar... Nã, nã, nã e Portugal foi o primeiro, Estado forte e pioneiro, é porque grana tem e manja de navegação, ta livre de guerras e é boa a localização... 




#TAREFA 3

Agora é a sua vez! 

Levando em consideração os conteúdos:

  1. A CRISE DO COMÉRCIO ORIENTAL
  2. A MOTIVAÇÃO RELIGIOSA PARA CONQUISTA PORTUGUESA
  3. AS CAPITANIAS HEREDITÁRIAS 

Cada grupo deverá escolher um destes temas e construir uma paródia. A música que será parodiada é de escolha livre do grupo. O papel com a letra da música deve ser entregue para o professor e UM PARA CADA GRUPO. A música pode ser apresentada com PLAY BACK, INSTRUMENTOS E MUITO MAIS. Lembrando que a forma de apresentação dessa música é livre e o grupo pode utilizar os mais diversos instrumentos e artifícios.  




quinta-feira, 23 de outubro de 2014

ALTERAÇÕES

NOVA ordem de apresentação para a 6ºB.

  • GRUPO 1 - As gostosas da Bahia;
  • GRUPO 2 - Unidos da Folia;
  • GRUPO 3 - GDV;
  • GRUPO 4 - Censurado1;
  • GRUPO 5 - Ostentação;
  • GRUPO 6 - Sem nome;
  • GRUPO 7 - Poderosas;

Atenção:
1. Caso seus grupos não estejam representados aqui entrem em contato comigo pelo Facebook - Wíllivan Carsan;
2. Os representantes editores devem me fornecer o e-mail para eu adicioná-los como coautores e assim poder postar o roteiro de apresentação que faz parte da avaliação. 

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

MAIS AVISOS !


Segue abaixo a ordem de apresentação das turmas A, B e C. Em cada aula de 50 minutos 3 (três) grupos apresentarão. Cada grupo terá 10 minutos de apresentação.  

29/10/2014  para a 6º B  e 6º C;
30/10/2014 para a 6º B;
31/10/2014 6º C e 6º A;
03/11/2014 6º A;

Ordem de apresentação para 6ºA
  • 1 - Grupo EQUIPARADOS
  • 2 - Grupo HISTÓRIA NA MINHA VIDA
  • 3 - Grupo CERES1
  • 4 - Grupo HISTORIADORES
  • 5 - Grupo CERES2

Ordem de apresentação para a 6ºB.

  • GRUPO 1 - As gostosas da Bahia;
  • GRUPO 2 - Unidos da Folia;
  • GRUPO 3 - GDV;
  • GRUPO 4 - Censurado1;
  • GRUPO 5 - Ostentação;
  • GRUPO 6 - Sem nome;

Ordem de apresentação para a 6ºC

  • GRUPO 1 - Nirvana;
  • GRUPO 2 - Censurado2;
  • GRUPO 3 - Vida Loka;
  • GRUPO 4 - POP;
  • GRUPO 5 - Dequatro

terça-feira, 21 de outubro de 2014

AVISOS

Caros navegantes.... Prestem atenção, muita atenção!

Devido às instabilidades das aulas provocadas pelo segundo turno das eleições, não teremos início a PRIMEIRA ETAPA nesta quinta-feira 23/10/2014 e 24/10/2014. As atividades da PRIMEIRA ETAPA terão início na próxima quarta-feira 29/10/2014. Atenção para o calendário, conforme o horário das aulas de história em sua classe:

29/10/2014  para a 6º B  e 6º C;
30/10/2014 para a 6º B;
31/10/2014 6º C e 6º A;
03/11/2014 6º A;

Para a 6º A a ordem de apresentação ficou a seguinte:

1 - Grupo EQUIPARADOS
2 - Grupo HISTÓRIA NA MINHA VIDA
3 - Grupo CERES1
4 - Grupo HISTORIADORES
5 - Grupo CERES2


domingo, 19 de outubro de 2014

PRIMEIRA ETAPA

Pontuação da etapa: 83 pontos
40 PONTOS da #TAREFA 1
40 PONTOS da #TAREFA 2
3 PONTOS de qualitativo
As apresentações começam na quinta-feira 23/10/2014 indo até 29/10/2014, seguindo critério de sorteio em sala de aula e conforme o horário das aulas de história nas classes. O resultado será divulgado no sábado 01/11/2014.

#TAREFA 1
O grupo deve construir um texto resumo-dissertativo-argumentativo sobre a diversidade dos povos indígenas no Brasil antes da chegada dos portugueses.

A equipe deverá entregar uma parte escrita e realizar uma apresentação oral.


  • Na parte escrita será pontuado as equipes que apresentarem em :

Folha de ofício papel A4;
Digitado;
Em fonte 12, Arial ou Times;
Espaçamento 1,5;
Margem 3 cm esquerda e superior ; 2 cm inferior e direita;
O texto deve ter introdução, desenvolvimento e conclusão e no máximo 30 linhas.
Um parágrafo para a introdução e outro para conclusão. Dois ou três parágrafos para desenvolvimento.
Um bom texto deve ter:
Introdução - 5 pontos.
Conclusão - 5 pontos
Desenvolvimento 10 pontos.
ERROS ORTOGRÁFICOS OU DE COESÃO E COERÊNCIA SERÃO TEXADOS COMO DA PONTUAÇÃO
O TEXTO/ROTEIRO DE APRESENTAÇÃO deve ser POSTADO pelo EDITOR do grupo 24 horas ANTES da apresentação.

  • Na apresentação oral: será pontuada a coesão e integração do grupo. Todos devem saber todo o conteúdo a ser apresentado. Todos devem ter conhecimento completo de todo o conteúdo escrito no texto. Todos do grupo devem saber aquilo que será cobrado e que foi pesquisado. O tempo total de apresentação é de 10 minutos. 
#TAREFA 2

Com base na leitura do texto o grupo deve responder as questões e entregar ao professor no dia da apresentação do grupo. Não importa se será digitado ou manuscrito, desde que as respostas estejam em letra legível e perfeitamente compreensível.

Para responder as questões é preciso ler o texto abaixo:


Irmão que vem do mar

Os índios podem ter visto os europeus não como deuses, mas como aliados em potencial

Eunícia Fernandes (autora do texto): é professora da PUC-Rio e organizadora de A Companhia de Jesus na América (Editora PUC-Rio/ Contra Capa, 2013).
O que terá passado pela cabeça dos índios em seus primeiros encontros com os europeus, nos séculos XV e XVI? O que terão pensado ao se depararem com aqueles estranhos seres recém-chegados ao seu mundo?
Estas são questões intrigantes para qualquer pessoa que tente reconstituir aqueles episódios marcantes para a história mundial. Mas nem sempre houve tal curiosidade. Pelo contrário: até pouco tempo atrás, ninguém estava preocupado com o que pensaram os indígenas sobre a conquista ou sobre qualquer outro assunto. Vem daí a dificuldade de historiadores e antropólogos acessarem este tipo de informação, afinal, a maior parte dos povos americanos da época de Colombo e Cabral não possuía a escrita (eram ágrafos), e os colonizadores fizeram o que puderam para eliminar seus modos de vida. Restaram raros materiais para tentar fazer essa interpretação.
Havia os maias, os incas e os astecas. Eles, sim, tinham escrita, e quando houve interesse em saber o que os índios pensavam, foram essas sociedades que pautaram o que se acreditava ser “o” pensamento dos povos americanos. Mas será que diante da enorme quantidade de povos do continente, com línguas, costumes e práticas diferentes, existiam apenas essas formas de pensar?
Além de limitado e sujeito a generalizações, o conhecimento sobre aqueles povos ainda por cima é estereotipado. Todos os materiais produzidos – por nativos americanos ou europeus – foram lidos segundo um padrão que estipulava a superioridade da Europa em relação a outros modos de viver. Seja por acreditarem no cristianismo como única verdade religiosa, seja por valorizarem o progresso tecnológico e a ideia de evolução social, os colonizadores construíram uma hierarquia entre sociedades, na qual o mais avançado modelo era a Europa. O resto do mundo era entendido por este parâmetro: mais perto ou mais longe do ideal europeu. Vem daí a desqualificação radical de qualquer informação advinda dos índios, vistos como bárbaros por viverem de acordo com outros parâmetros de “fé, lei e rei”.
Apesar dessas limitações e distorções, é possível levantar hipóteses bem próximas do pensar dos índios daquela época. Os grupos indígenas que estavam na costa do que hoje é o Brasil eram, em absoluta maioria, da família linguística tupi-guarani. Pertencer à mesma família linguística não quer dizer fazer parte do mesmo grupo indígena. Assim como o português é da mesma família linguística que o espanhol e o francês, eles eram temiminós, tamoios, potiguares, tupinambás, entre outros, com muitas diferenças entre si, inimizades e guerras. E as culturas desses grupos se aproximavam em outras coisas, como as referências sobre a origem do mundo e de certas crenças. Uma delas é a Terra sem Males, mito que conduzia os tupis-guaranis para leste – indo ao encontro do mar, teriam uma terra de fartura e todos seriam preservados de infortúnios.
A Terra sem Males se inscreve numa prática usual dos tupis-guaranis: deslocar-se para superar uma situação desfavorável, como a morte de um chefe ou a carência de alimentos. Deste modo, os grupos que contataram os portugueses vinham de uma longa caminhada em busca desse lugar especial e, ao se depararem com seres repletos de novidades, julgaram que poderiam incorporá-los ao seu mundo, tornando-os mais fortes e melhores diante de seus inimigos.
É difícil supor que os índios da América portuguesa acreditassem que os europeus fossem deuses – da forma como os entendemos, habitantes de uma intransponível distância. Para os tupis-guaranis, homens e deuses são estágios de uma mesma experiência, fazem parte um do outro. Caminhar para a Terra sem Mal – e encontrá-la – poderia ser um mecanismo de transformação de índios em deuses sem passarem pela morte. Não há evidências que o comprovem, mas podemos supor que, por chegarem do leste e serem portadores de novidades, os portugueses fossem vistos como homens já transformados em deuses. Mas é bom lembrar que para aqueles índios essa situação não significa uma cega submissão: mais provável seria a atitude de garantir um contato que os fizessem descobrir como os portugueses conseguiram fazer essa passagem de homens a deuses sem a morte.
Mas há pistas de que a percepção dos índios sobre os conquistadores estava mais próxima da humanidade europeia. Durante muito tempo os nativos se utilizaram de uma estratégia mal compreendida pelos portugueses. Além de considerarem os índios preguiçosos, os registros lusos dizem que as índias eram dadas à sensualidade e se ofereciam aos europeus. Como ninguém estava interessado em saber o que pensavam esses índios, não se considerou que a ideia de preguiça disseminada pelo colonizador era uma recusa fundada na divisão de papéis masculinos e femininos: a agricultura era uma atividade feminina e os índios não queriam assumi-la nas roças portuguesas. Do mesmo modo, o “oferecimento” das mulheres refletia um dos principais mecanismos de fortalecimento de alianças entre grupos nativos, por meio do casamento. Um chefe era poderoso pelo número de filhas que possuía, pois elas seriam uma importante moeda na consolidação de alianças guerreiras. Como os registros indicam a estratégia de aproximação das mulheres índias, o mais correto é imaginarmos que, na percepção dos nativos, os portugueses não eram divindades, mas talvez homens poderosos com os quais valia a pena fazer aliança.
Outro estereótipo recorrente é o do “índio puro” maculado pelo contato com o europeu. Esta ideia pressupõe que os índios eram todos iguais e que não entravam em contato com outros grupos. Na verdade, o que havia era uma enorme diversidade de povos em contato, transformando-se historicamente por meio de trocas e atritos. Não eram sociedades estáticas, mas povos preparados para um contato.
Ailton Krenak, atual liderança indígena, reforça esta perspectiva ao comentar as narrativas nativas acerca da chegada europeia: “Em cada uma dessas narrativas antigas já havia profecias sobre a vinda, a chegada dos brancos. Assim, algumas dessas narrativas, que datam de 2, 3, 4 mil anos atrás, já falavam da vinda desse outro nosso irmão, sempre identificando ele como alguém que saiu do nosso convívio e nós não sabíamos mais onde estava. Ele foi para muito longe e ficou vivendo por muitas e muitas gerações longe da gente. Ele aprendeu outra tecnologia, desenvolveu outras linguagens e aprendeu a se organizar de maneira diferente de nós. E nas narrativas antigas ele aparecia de novo como um sujeito que estava voltando para casa, mas não se sabia mais o que ele pensava, nem o que ele estava buscando”.
Um outro irmão, e não um deus. Deixemos de lado histórias famosas como a do capitão inglês James Cook sendo recebido como um deus pelos polinésios no século XVIII. O que houve foi o contato inédito de sociedades e culturas diferentes.

QUESTIONÁRIO:
1.Qual é a ideia central do texto? (10 pontos)
2.Até pouco tempo atrás, ninguém estava preocupado com o que pensaram os indígenas sobre a conquista ou sobre qualquer outro assunto. Por quê? (10 pontos)
3.A partir do texto explique as diferenças entre os grupos indígenas na América Portuguesa. (10 pontos)
4.Explique porque os índios podem ter visto os europeus não como deuses, mas como aliados em potencial? (10 pontos)

sábado, 18 de outubro de 2014

Aviso sobre a PRIMEIRA ETAPA

A divulgação das duas tarefas da primeira etapa será realizada entre o fim deste sábado 18/10/2014 e o domingo 19/10/2014. As apresentações começam na quinta-feira 23/10/2014 indo até 29/10/2014, seguindo critério de sorteio em sala de aula e conforme o horário das aulas de história nas classes. O resultado será divulgado no sábado 01/11/2014.

Boas vindas aos navegantes

Olá meu caro povo da 6º série/ 7º ano do Ensino Fundamental I.
Este espaço é destinado as ações pedagógicas da disciplina História, tendo como conteúdos aqueles ligados a História do Brasil Pré-Colonial e  Colonial. Para tanto, entende-se este espaço como colaborativo para as aprendizados, ensino e construção de saberes historiográficos, indo além do espaço físico da sala de aula e ganhando espaços não-físicos e, portanto, virtuais.

O ponto chave do desenvolvimento destas atividades será a interação, sendo ela o eixo que dará liga à comunicação entre o facilitador (professor) e os aprendizes (alunos), e, também, entre os próprios aprendizes nos processos de colaboração mútua de compartilhamento de saberes. 

Este ambiente que, portanto, é virtual e não físico; é um espaço que extrapola a relação dualmente polar entre professor e aluno. O espaço da internet representa um avanço no que tange a capacidade ilimitada do alcance das informações aqui postadas, podendo ser vista e comentada pelo mais diverso público. Para além, pode ser colocada a possibilidade do vasto acesso que esta Rede possibilita, favorecendo a colaboração da turma entre si, com o professor e o público geral.

As atividades colaborativas partem pelo destaque da motivação e essa só é conseguida quando as execuções forem significativas, emergindo da iniciativa, interesse e realidade dos alunos e que sejam intelectualmente desafiadoras.